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Zucco abre vantagem e lidera sucessão de Eduardo Leite no Rio Grande do Sul

Escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para liderar o projeto eleitoral do partido no Rio Grande do Sul, o deputado federal Zucco (PL), ex-líder da oposição na Câmara, aparece na dianteira da corrida ao Palácio Piratini, segundo pesquisa do Paraná Pesquisas divulgada nesta quarta-feira (22). Antes de ser preso, Bolsonaro deu aval público à pré-candidatura […]

Escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para liderar o projeto eleitoral do partido no Rio Grande do Sul, o deputado federal Zucco (PL), ex-líder da oposição na Câmara, aparece na dianteira da corrida ao Palácio Piratini, segundo pesquisa do Paraná Pesquisas divulgada nesta quarta-feira (22). Antes de ser preso, Bolsonaro deu aval público à pré-candidatura de Zucco ao governo gaúcho, consolidando o parlamentar como principal nome do bolsonarismo no Estado.

No principal cenário estimulado, Zucco registra 34,2% das intenções de voto, contra 30,1% da ex-deputada Juliana Brizola (PDT). A diferença de 4,1 pontos percentuais supera a margem de erro da pesquisa, de 2,6 pontos. O vice-governador Gabriel Souza (MDB), cotado para representar o grupo do governador Eduardo Leite (PSD), aparece em terceiro lugar, com 13%.

O levantamento também mostra Zucco à frente na pesquisa espontânea, quando os nomes dos pré-candidatos não são apresentados aos entrevistados. O deputado é citado por 11,9% dos eleitores, ante 7,7% de Juliana Brizola e 3,1% de Gabriel Souza, embora 68% dos entrevistados ainda afirmem não saber em quem votar ou prefiram não responder.

Do outro lado, a esquerda chega ao início da disputa sem um candidato do PT. A legenda optou por apoiar a candidatura de Juliana Brizola, do PDT, após não conseguir construir uma chapa própria para o governo. A decisão, porém, provocou um racha entre lideranças e partidos do campo progressista no Rio Grande do Sul, com divergências sobre a estratégia para enfrentar o bloco de direita.

Apesar de liderar a disputa, Zucco também apresenta rejeição inferior à da principal adversária. Segundo o levantamento, 22,9% dos entrevistados afirmam que não votariam no deputado, enquanto Juliana Brizola registra 27,3% de rejeição.

A pesquisa ouviu 1.500 eleitores em 60 municípios do Rio Grande do Sul entre os dias 16 e 19 de julho. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

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