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Após pressão no Senado, Wellington leva consignados de MT ao STF

O caso dos empréstimos consignados de servidores de Mato Grosso chegou nesta quarta-feira (12) ao gabinete do ministro André Mendonça, no Supremo Tribunal Federal (STF), pelas mãos do senador Wellington Fagundes. Segundo apurou o Capital Política, Wellington se reuniu por mais de uma hora com Mendonça pouco depois de o senador Jayme Campos (União-MT) usar […]

O caso dos empréstimos consignados de servidores de Mato Grosso chegou nesta quarta-feira (12) ao gabinete do ministro André Mendonça, no Supremo Tribunal Federal (STF), pelas mãos do senador Wellington Fagundes.

Segundo apurou o Capital Política, Wellington se reuniu por mais de uma hora com Mendonça pouco depois de o senador Jayme Campos (União-MT) usar a tribuna do Senado para pedir providências ao ministro sobre a situação dos servidores atingidos pelos consignados.

A sequência chamou atenção nos bastidores: após a cobrança pública de Jayme, Wellington tratou do assunto diretamente com Mendonça. Na conversa reservada, o senador levou ao ministro a preocupação com os efeitos das operações de crédito sobre servidores e suas famílias.

Líder do bloco Vanguarda, que participa das indicações de integrantes de comissões como a CPMI do INSS e a CPMI do Crime Organizado, Wellington também mantém interlocução com Mendonça em temas que passam pelas investigações conduzidas no Congresso.

O assunto dos consignados já chegou ao STF. Em abril, a Corte considerou inconstitucionais medidas adotadas pelo Governo de Mato Grosso para suspender temporariamente contratos e descontos, sob o entendimento de que o Estado não poderia interferir dessa forma em contratos privados e na política nacional de crédito.

Nos bastidores, a avaliação levada por Wellington é de que a decisão judicial não encerra o problema político e social envolvendo os servidores. O senador defende que Congresso, Estado e instituições busquem uma saída para o impasse.

“Por trás de cada consignado existe um servidor, uma família e uma história. Nós precisamos buscar uma solução que preserve o direito do servidor e impeça que famílias sejam colocadas em uma situação ainda mais difícil.”

Wellington deve continuar acompanhando o tema no Senado e mantendo interlocução com o Supremo, enquanto cresce em Brasília a pressão por esclarecimentos sobre as operações de crédito consignado em Mato Grosso.

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